Amigas
da magnésia bisurada
Apesar
de comum em algumas gestantes (na verdade, na grande maioria das
gestantes), gradati vamente, o enjôo deixa de ser uma constante,
perdendo o lugar para a azia.
Bianca,
mamãe de Giulia, 8 meses, sabe bem o que é isso: sentiu enjôo
entre o primeiro e o quinto meses, porém a azia a atacou durante
toda a gestação.
Ela conta que não podia sequer pensar em alimentos gordurosos,
pois as náuseas apareciam, e o estômago ardia em brasa. Seu marido,
Rodrigo, diverte-se lembrando das vezes em que saiam para jantar
fora e, na volta, não conseguia conter as gargalhadas ao ouvir
o ruído das náuseas e vômitos da esposa (que mais pareciam urros
de leão!).
Solange,
mãe de Alessandra, 1 ano e 1 mês, conta que durante toda a gravidez,
a azia e a magnésia bisurada foram suas companheiras inseparáveis.
Cheiros, nem pensar! Seu marido, Celso, ficou praticamente 1 ano
sem poder usar perfumes, e comidas das quais ela gostava bastante,
como pizzas de vários sabores, não podia sequer passar por ela.
Alguns
atribuem a azia ao crescimento de cabelo no feto, outros a sua
extrema agitação, porém nada disso foi comprovado cientificamente.
O
importante nesses casos é ter o cuidade de nunca auto medicar-se
e, por mais que possa parecer uma coisa tola, procurar sempre
o médico que está acompanhando a gestação, e pedir-lhe orientações
sobre o que fazer quando a azia atacar.
Alimentação
Mamãe,
agora você passa por uma nova fase, portanto cuide-se! E cuidar-se
neste caso, entre outras coisas, significa alimentar-se bem, pois
neste momento tão importante da sua vida, todos os cuidados devem
ser tomados, para o perfeito desenvolvimento da nova vida e do
"coraçãozinho" que já bate forte e apaixonado por você.
Na
verdade, o bebê já te ama a partir do momento em que o óvulo é
fecundado, e já sente tudo o que você sente, inclusive o "gosto"
daquilo que a mamãe ingere. Ou seja, querida mamãe, pode ir parando
por aí!!! Não utilize esse momento maravilhoso da sua vida, como
pretexto para comer "solamente" porcarias... (as grávidas costumam
sentir-se muito "livres para ingerir" no início da gravidez).
É
preciso tomar cuidado, principalmente até o terceiro mês da gravidez,
pois é aí que todos os órgãos, tecidos e ossos do neném estão
sendo formados. Prefira ingerir alimentos naturais, carne, legumes,
frutas e verduras, até mesmo para suprir o "vazio" gerado pelo
famoso "enjôo" (perde-se peso nesta etapa, o que é perfeitamente
normal, porém todo cuidado é pouco).
Veja
abaixo um pequeno guia nutricional, que vai ajudar a recuperar
naturalmente e com qualidade, os quilinhos perdidos nos primeiros
meses da gravidez:
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Uma
alimentação equilibrada deve fornecer os seguintes
elementos
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construtores
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proteínas
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nozes,
cereais integrais, leguminosos, frutas, hortaliças
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energéticos
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hidratos
de carbono e lipídios
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cereais
integrais feculentos, algumas frutas
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reguladores
de funções orgânicas
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vitaminas,
sais minerais e água
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frutas,
verduras, água
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Amamentação
O
leite materno surge entre o 3° e 5° dias após o parto, e pode
ser acompanhado de inchaço nas mamas, dor e até mesmo febre. Antes
da "descida do leite", existe o "colostro" que é um tipo de leite
mais claro.
Este leite é rico em anticorpos e deve ser oferecido ao recém-nascido.
Ao amamentar, limpe os bicos dos seios antes e depois das mamadas.
Alguns
cremes podem ser usados para prevenir fissuras nos mamilos, é
comum a mãe referir cólicas durante a amamentação, fato este considerado
normal.
O
pediatra do hospital lhe dará algumas orientações iniciais em
como cuidar do nenê e do umbigo. Em geral, o tempo de internação
varia entre 1 a 3 dias após o parto.
Ginástica
e atividade sexual
Ginásticas
de baixo impacto após o 4° mês e exercícios respiratórios podem
e devem ser praticados, desde que não haja contra-indicações.
Andar,
nadar e pedalar é muito bom, também alongamento.
Um
curso de orientação para as mamães iniciantes é recomendável.
Leve o papai se possível.
As
relações sexuais podem ser liberadas, desde que não causem cólicas
nem sangramentos. Procure posições cuja penetração não seja profunda
(por exemplo, a lateral).
Outras
contra-indicações devem ser discutidas com o seu pré-natalista.
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